sábado, 23 de abril de 2011

Enturmação em Educação Física Escolar - Planejamento

http://comexcelenciaemeducacao.blogspot.com/2011/04/planejamento-de-enturmacao-em-educacao.html


Fundamentação e Justificativa

Segundo o filósofo Frances Jean-Paul Sartre, citando autores remotos, “A existência precede a essência”. Segundo o próprio, nenhum ser humano nasce pronto, mas o homem é, em sua essência, produto do meio em que vive, sendo este último, construído a partir das suas
Relações sociais. Foi baseada na experiência prática, em diversas leituras técnicas, antropológicas e nas idéias do supramencionado filósofo - e demais autores -, que nossa equipe usou estabelecer as bases de um método de ensino, que envolve muita pesquisa, observação e boa-vontade - aqui denominado: “Método Experimental de Enturmação por Nivelação Transmontana”. Ora, se “o homem é produto do meio”, podemos inferir que a “nivelação por cima”, ou seja, enturmar quem sabe mais com quem sabe menos, orientados por um sujeito mais experiente, pode levar o conjunto à melhoria da experiência aprendiz, porque estimula-se as novas práticas preestabelecidas, busca-se a harmonia nos processos socializadores, com administração das dificuldades e adversidades. Parece que o método - ao contrario do que se pensava - promete proveitoso lucro do processo de vantagem cognitivo-cooperativa. O planejamento leva no seu bojo, um conjunto de atividades exitosas, separadas da ganga pela experiência de educadores com décadas de experiência prática em educação e prática a Educação Física Curricular. Para tal estabelecemos uma anamnese prévia, oportunizando ao aluno escolher a atividade que gostaria de praticar, inclusive dispondo de - no mínimo - três maneiras elementares de práticas de avaliação bimestral. O conjunto de fatores supramencionados, associados a melhoria das condições materiais - na escola e motivacionais do aluno - associada a valorização da liberdade (com responsabilidade), tem elementos para aspiração de aumento das metas em educação física, algo em torno de 15% (quinze por cento) - no que diz respeito a faltas e abandono as aulas da modalidade - isto com relação a experiência do exercício anterior.


Modalidades Trabalhadas
O Futebol de Salão e Seus Fundamentos

Domínio no futsal
Domínio é a habilidade de recepcionar a bola. O objetivo do professor ao ensiná-la é o de levar o aluno a exercitar a recepção da bola, utilizado as diversas partes do corpo.

Controle no futsal
Controlar a bola é diferente de dominá-la. Enquanto esta ação trata-se da recepção da bola, aquela se refere a mantê-la no ar, com toques de uma e de outras tantas partes do corpo, sem deixá-la cair ao chão. É o que chamamos de embaixadinhas.

Condução no futsal
A condução é quando se leva a bola pela quadra de jogo, sob completo domínio deste. Essa condução pode ser feita em linha reta ( retilínea) ou em ziguezague ( condução sinuosa) . As outras partes do pé utilizáveis para condução da bola no futsal são: a parte interna e externa do pé. Neste caso, a parte frontal do pé (o famoso “bico”) é muito ineficaz.

Chute no futsal
O chute é conceitualmente dirigido à meta adversária, ensejando o gol, ou, em poucos casos inevitáveis, para afastar o perigo de um ataque adversário a nossa área de defesa. As possíveis trajetórias de chute, seriam: a rasteira, meia-altura e alta. Os tipos (maneiras de chutar): com o dorso (peito) do pé, bate-pronto ou semi-voleio, de veleio ou com salto acrobático, com a parte externa do pé, de bico e por cobertura.


Cabeceio no futsal
A exemplo do chute, o cabeceio pode ser ofensivo e defensivo. Quem cabeceia o faz para marcar um gol, para defender a sua equipe ou para passar a bola para um companheiro de equipe. Um cabeceio pode ter diferentes trajetórias. Pode ser em linha reta, para o alto ou em direção ao chão. O local da cabeça onde se toca na bola determinará as diferentes trajetórias.
O local da cabeça que estabelece contato com a bola é o osso frontal (testa) do jogador - que neste instante deverá manter os olhos bem abertos, observando o jogo e sua intencionalidade.

Passe no futsal
O passe é um elemento de ligação entre dois elementos de uma mesma equipe. É um fundamento, que bem realizado, faz diferença na qualidade de uma equipe. Em geral, passa-se a bola com os pés, mas também pode-se realizar este fundamento com a cabeça, peito, coxa e ombro.
O melhor passe no futsal é com a parte interna do pé e rasteiro.
É classificado quanto à distância, à trajetória (altura), à execução (parte do corpo), ao espaço de jogo (quadra) e à habilidade.
Distância: Curto - até 4 metros; Médio - 4 a 10 metros; Longo - acima de 10 metros.
Trajetória: Rasteiro, meia altura, parabólico.
Execução: Interna, externa, anterior (bico), sola do pé, dorso.
Espaço de Jogo: Lateral, diagonal, paralelo.
Passes de Habilidade: Coxa, peito, cabeça, calcanhar, ombro, parabólico ou cavado.

Drible no futsal
O drible é feito com posse de bola. Quem dribla, procura, com bola, passar por um adversário. Esse “passar pelo adversário” exigirá, diversas vezes, velocidade, outras apenas mudança de direção, outras, criatividade, ginga e outras ainda, todas estas coisas simultaneamente. Entretanto, o que dificulta a habilidade de marcar é a perda do equilíbrio. Logo, o drible eficaz é aquele que provoca o desequilíbrio do adversário. Filosoficamente, este fundamento deve ser evitado e substituído pelo passe. Ou seja, o bom jogador deve procurar “ficar driblando”, o mínimo possível.

Finta no futsal
Finta, ao contrário do drible, é realizada sem bola. Ainda que quem finta esteja sem bola, o faz com o objetivo de obtê-la. Este fundamento tem o objetivo de “enganar” o adversário para usurpar-lhe a posse de bola. A finta é um deslocamento ou corrida falsa, um vai e vem premeditado com “pique falso”.

Marcação no futsal
Quem marca tem o objetivo de “desarmar” quem detém a posse de bola, tomando-lhe a mesma ou tirando-a. Este fundamento também enseja impedir que outro adversário receba - com êxito - um passe.

Antecipação no futsal
O cerne do fundamento consiste em tomar a frente do adversário, exatamente no momento em que este receberia um passe, usurpando-lhe a posse de bola. Também há a antecipação defensiva, cujo objetivo é impedir que o adversário tome a sua frente, neutralizando-o.
Semelhante a vida prática, quem se antecipa, confere a sua equipe, excelente vantagem de êxitos durante o jogo.

Proteção de Bola no futsal
Proteger significa: manter a posse de bola quando marcado diretamente por um adversário. Quem protege deve antecipar o lado que o oponente quer “entrar” a fim de realizar o desarme. A proteção (na acepção do termo) deve ser feita com o tronco ou o braço, sem, no entanto, empurrar o adversário para fazer falta.

Habilidade do Goleiro no futsal
Pegada, reposição, lançamento, defesas altas, defesa média (encaixe), defesas baixas, saídas de gol, jogo de quadra.

Defensivas
Segundo a técnica do goleiro, quando a bola vem alta, os polegares do goleiro devem voltar-se para dentro. Quando a bola vem baixa e rasteira, os polegares do jogador devem estar voltados para fora. No caso das bolas direcionadas à altura do seu tronco, o goleiro deve usar a técnica do encaixe.
Defesas altas:
São aquelas realizadas acima da linha do quadril do goleiro, ou acima deste.
Defesas baixas: são as defesas realizadas abaixo da linha do quadril.

Reposição:
Acontece quando, com o uso das mãos, o goleiro coloca a bola em jogo na sua meia-quadra. A reposição deve visar um companheiro bem colocado em espaço livre e posicionado de frente para o goleiro.

O lançamento:
É realizado na meia-quadra de ataque adversário, posto que a nova regra do arremesso de meta permite esta manobra.

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