quinta-feira, 20 de setembro de 2012

CORAÇÃO DA AMAZÔNIA PARA DE BATER POR FALTA DE ÁGUA

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Por Renã Leite Pontes, Membro Efetivo, AVSPE.
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Basta algum pecuarista, ao cavoucar um buraco para fincar um âmago de amarrar boi, ou arar a terra para plantar capim - em qualquer das margens, ao longo dos milhares de quilômetros da BR-364, que logo se rompe um cabo de fibra óptica e pronto, voltamos ao início do século passado, um total isolamento. Instala-se a situação recidivante, risível, fleumática na capital do Estado do Acre: a região fica sem comunicação, a população isolada do mundo cibernético, um caos para os habitantes, o comércio, as comunicações.
Não bastasse o fato de a Internet riobranquense ostentar o nada garboso status de pior Internet do Brasil, país que segundo estudo da Organização das Nações Unidas – ONU, tem uma das piores redes de internet do Mundo, ficando atrás do Quênia, Marrocos, Sri Lanka, Turquia e até do Vietnã. O citado estudo, amplamente divulgado na mídia brasileira, ainda é taxativo em afirmar que a internet brasileira é a mais cara dentre todos os paupérrimos países supramencionados.
Na véspera do fatídico 11 de setembro (2012), o mau funcionamento dos serviços essenciais prestados aos nossos cidadãos, cumulou e a cidade teve um anoitecer difícil. Enquanto os candidatos trocavam “farpas” e prometiam melhorar a qualidade de vida da população, a energia elétrica caía mais do que bêbado de muleta; sequer os telefones de emergência completavam as ligações da operadora oi; os portões eletrônicos não funcionavam, forçando os motoristas a estacionarem os seus carros na rua; também não funcionava a internet e, por imposição da falta de luz, os aparelhos de TV e de ar condicionado.
Para agravar o quadro acima exposto, com vários bairros da capital às escuras, os citadinos, submetidos à sensação térmica de 40 graus, ouviram – quando restabeleceram a luz – os dignitários do Serviço de Água e Esgoto de Rio Branco - SAERB anunciarem na mídia televisiva, que nos próximos trinta dias, o órgão administrará o desabastecimento hídrico dos bairros altos da capital, porque quebrou uma peça da - dizem eles - máquina de filtrar algas.
Procurando entender as causa do nosso problema da falta d’água, líquido precioso e essencial à qualidade de vida nas cidades, penso que seria edificante se a SAERB respondesse o porquê de, desde a sua fundação em 1971, (a empresa chamava-se SANACRE) seus gestores - incluída a gestão atual - ainda não haverem alcançado planificar seu estoque de peças de reposição, bombas reservas e diagnosticado quais os implementos de maior desgaste no coração do sistema de abastecimento hídrico da capital. Isso é o planejamento mínimo que uma empresa de serviços públicos deve fomentar.
Vamos nos deter um pouco mais para avaliação da situação. Submeter a nossa população a ficar sem (ou com pouquíssima) água, neste calor de setembro, por 30 dias, por causa de uma bomba d’agua, cano ou rolamento, tenha paciência! Alguém pode explicar, mas não há quem entenda, em especialmente, nestes tempos difíceis de mudanças climáticas, causadas pelo efeito antrópico.
Recoremos que o acesso à água na Amazônia é uma compensação às pessoas daqui, pelos incômodos causados pelo excesso de radiação solar e sufocante sensação térmica, em uma área considerada por alguns estudiosos como Anecúmena (região que oferece dificuldades e obstáculos naturais à sobrevivência humana: risco à saúde, isolamento, calor, frio, umidade, seca).
Tenho pensado, ainda, que a população de Rio Branco já merece ver na direção do SAERB, diretores e técnicos que apliquem, com melhor rigor científico, os pressupostos modernos do planejamento, diagnóstico, investimento em longo prazo, perspectiva, intervenção, etc. Ao que temos testemunhado, até a presente data, os gestores que se apresentaram na direção daquele órgão, têm, simplesmente, apelado para o vício das explicações tautológicas- tentando explicar o inexplicável, trazendo sofrimento ao povo e deixando a população da Amazônia – região que contém 20% da água doce do planeta - sem o precioso líquido. Deste modo, imigramos de uma situação irônica para uma tragédia total. Em pleno século XXI, indaga-se: onde estão os modernos administradores do mundo globalizado? O Acre é o coração da Amazônia, que hoje bate com pouca água (e pressão baixa), pela precariedade dos serviços públicos aqui oferecidos, em especialmente, estes das redes de telecomunicações que nos conectam com o resto do mundo.
Necessitamos de energia elétrica de qualidade e provenientes de fontes ecologicamente viáveis, a preço justo. Também precisamos de tecnologia que funcione! É imperativo pisar no solo do século XXI.
 
 

Orientações para trabalho de Educação Física Escolar


IMAGEM ILUSTRATIVA: AULA DE PILATES MINISTRADA PELO PROFESSOR RENÃ LEITE PONTES
 
TEMA 01

A NUTRIÇÃO DO ATLETA: PESQUISA SOBRE ALIMENTOS SAUDÁVEIS À SAÚDE HUMANA

1.      mel de cana

2.      limão

3.      cenoura

4.      açúcar mascavo

5.      castanha do Brasil

6.      lecitina de soja

7.      germe de trigo

8.      guaraná

9.      mel de abelhas

10.  levedo de cerveja

11.  glutamina elaborada

12.  whey protein

13.  farinha de Feijão Branco

14.  farinha de maracujá

15.  farinha de berinjela

16.  leite de soja

17.  linhaça

18.  tríbulus terrestris

TEMA 02

PRODUTOS QUE DEVEMOS EVITAR NA ALIMENTAÇÃO DO ATLETA

Partindo do princípio que a boa alimentação requer cuidados e disciplina, porções alimentares exatas e até renúncia, listamos alguns alimentos que não devem constar na alimentação do atleta objetivando lembrar e orientar o aluno a respeito de cuidados na ingestão desta classe de alimentos, a fim de evitarmos sobrecargas no organismo e riscos a saúde. São eles:

Refrigerantes e sucos adoçados com açúcar branco

produtos enlatados

produtos que contêm agrotóxicos (optar por produtos orgânicos)

açúcar cristalizado

açúcar refinado

aspartame

biscoitos doces

produtos com gordura trans

alimentos embutidos

alimentos transgênicos

frituras

carnes vermelhas em excesso
 

ORIENTAÇÕES GERAIS

O presente trabalho aborda a alimentação correta, a partir dos quatro elementos essências a nutrição humana. São eles: as vitaminas, as proteínas, os sais minerais e os carboidratos ou hidratos de carbono.
Partindo dos quatro elementos conhecidos, propõe a liberdade para pesquisar suas fontes , conferindo-lhe a autonomia para se posicionar criticamente, apresentando dados da pesquisa científica. Ex.: o(a) aluno(a) defende que os alimentos transgênicos não causam mal a saúde. Neste caso deverá apresentar suas ideias e fontes de pesquisa, posto que este trabalho é taxativo, ao inserir o referido tema no quadro dos alimentos prejudiciais a saúde humana e que, portanto, devem ser evitados.

Posicionamentos filosóficos e científicos a parte:
1- Cada grupo escolherá um tema apenas.

2- Os trabalhos deverão ser escritos com caneta azul.
3- Entregues na última semana de setembro (no dia respectivo da aula

de Educação Física do aluno)
4- Admite a participação da 01 (um), (02) dois ou 03 (três) componentes, no máximo.

5- Devem conter imagens ou desenhos, conforme o interesse do(s) alunos(s).
6- Podem ser organizado de forma tradicional, em papel pautado, em cartolina, ou outra forma didática, se for de interesse do grupo.

7- Devem conter
a) conceito com origem da palavra (etimologia)

b) origem natural – fonte de extração, cultivo ou elaboração do produto.
c) principais componentes. Ex.: proteínas (seus principais componentes são os peptídeos [aminoácidos], dentre os quais se destacam: cistina, valina, triptofano...).

d) aplicação terapêutica. Ex.: Cenoura - sabe-se que a cenoura contém o retinol (Vitamina A) além de uma substância precursora da vitamina A (beta – caroteno) e calciferol. Sabe-se que a deficiência (ou excesso) destas substâncias no organismo causa doença na pele e visão, como xeroftalmia (cegueira noturna), hemeralopia (visão deficiente em pouca luz) e fotofobia (sensação de dor e reação a luz).
e) bibliografia e fonte de pesquisa.

FORMA DE ORGANIZAÇÃO DA FOLHA DE ROSTO
Trabalho De Educação Física
Professor Renã Leite Pontes

TEMA 01
A NUTRIÇÃO DO ATLETA: PESQUISA SOBRE ALIMENTOS SAUDÁVEIS À SAÚDE HUMANA
TEMA 02
PRODUTOS QUE DEVEMOS EVITAR NA ALIMENTAÇÃO DO ATLETA

 Os trabalhos deverão conter : Nome Do Aluno, Número, Série e Turno

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Quando devo tomar um isotônico?

Hoje em dia, nas academias e demais locais de prática esportiva, é comum vermos pessoas ingerindo as bebidas amarelinhas, verdinhas... denominadas isotônicos (no Brasil) e/ou isotónicos (na Europa). Aqui, recomendamos a realização de um cálculo para sabermos se o nosso corpo necessita (ou não) do isotônico no pós- esforço, ou apenas de água, uma vez que as mencionadas bebidas contém minerais, inclusive o sódio. Vejamos:

PDT X 100
__________    - 100
PAT
Na conta, PDT quer dizer "Peso depois do treino" e PAT quer dizer "Peso antes do treino". Se o resultado dessa conta for menor ou igual a dois, apenas a injestão de água já será suficiente para repor nossas energias. Entretanto, se o resultado da equação for maior que dois, a ingestão da bebida isotônica faz-se indicada.
Redação: Prof. Renã Leite Pontes
Fonte de pesquisa: http://pt.wikipedia.org/


quarta-feira, 27 de junho de 2012

O ano da ocorrência do diálogo é 2020 D.C. - ou seja, daqui a oito anos


Este texto foi enviado do Rio de Janeiro - RJ, pelo meu Confrade da AVSPE, Manoel Virgílio Cortes. Aqui, na condição de um “fiozinho de voz” ouso publicá-lo neste espaço.

R. L. P.

Trata- se de  uma conversa informal entre avô e neto, com início a partir da seguinte interpelação:

Vovô, por que o mundo está acabando?
A calma da pergunta revela a inocência da alma infante. E, no mesmo  tom, vem a resposta:
Porque não existem mais PROFESSORES, meu anjo.

Professores? Mas o que é isso? O que fazia um professor?
O velho responde, então, que professores eram homens e mulheres elegantes e dedicados, que se expressavam sempre de maneira muito culta e que, muitos anos atrás, transmitiam conhecimentos e ensinavam as pessoas a ler, falar, escrever, se comportar, localizar-se no mundo e na história, entre muitas outras coisas. Principalmente, ensinavam as pessoas a pensar.
Eles ensinavam tudo isso? Mas eles eram sábios?

Sim, ensinavam, mas não eram todos sábios. Apenas alguns, os grandes professores, que ensinavam outros professores, e eram amados pelos alunos.
E como foi que eles desapareceram, vovô?

Ah, foi tudo parte de um malévolo plano secreto e paulatino, que foi executado aos poucos por alguns vilões da sociedade. O vovô não se lembra direito do que veio primeiro, mas sem dúvida, os políticos ajudaram muito. Eles acabaram com todas as formas de avaliação dos alunos, apenas para mostrar estatísticas de aprovação. Assim, sabendo ou não sabendo alguma coisa, os alunos eram aprovados. Isso liquidou o estímulo para o estudo e apenas os alunos mais interessados conseguiam aprender alguma coisa.
Depois, muitas famílias estimularam a falta de respeito pelos professores, que passaram a ser vistos como empregados de seus filhos. Estes foram ensinados a dizer [no caso das escolas particulares] "eu estou pagando e você tem que me  ensinar", ou "para que estudar se meu pai não estudou e ganha muito  mais do que você" ou ainda "meu pai me dá mais de mesada do que você  ganha". Isso quando não iam os próprios pais gritar com os professores  nas escolas. Para isso muito ajudou a multiplicação de escolas  particulares, as quais, [tendo por acionistas, os políticos, através de seus  “laranjas”] mais interessadas nas mensalidades escolares que na qualidade do ensino, quando recebiam reclamações dos pais, pressionavam os professores, dizendo que eles não estavam conseguindo "gerenciar a relação com o aluno". Os professores eram vítimas da  violência - física, verbal e moral - que lhes era destinada por pobres e ricos, viraram “saco de pancadas” de todo mundo. E, além disso, qualquer proposta de ensino sério e inovador sempre esbarrava na obsessão dos pais com a aprovação do filho no vestibular, para qualquer faculdade que fosse. "Ah, eu quero saber se isso que vocês estão ensinando vai fazer meu filho passar no vestibular", diziam os pais nas reuniões com as escolas. E assim, praticamente todo  o ensino foi orientado para os alunos passarem no vestibular. Lá se  foi toda a aprendizagem de conceitos, as discussões de ideias, tudo, enfim, virou decoração de fórmulas. Com a Internet, os trabalhos escolares e as fórmulas ficaram acessíveis a todos, e nunca mais  ninguém precisou ir à escola para estudar a sério.
Em seguida, os professores foram desmoralizados. Seus salários foram gradativamente sendo achatados e ninguém mais queria se dedicar à  profissão. Quando alguém criticava a qualidade do ensino, sempre vinha algum tonto dizer que a culpa era do professor. As pessoas também se tornaram descrentes da educação, pois viam que as pessoas "bem sucedidas" eram políticos e empresários que os financiavam, modelos, jogadores de futebol, artistas de novelas da televisão - enfim, [em muitos casos] pessoas sem nenhuma formação ou contribuição real para a sociedade.

[E... foi assim que a sociedade atual perdeu a esperança na vida e mergulhou nesta obscuridade da ausência de valores].




quarta-feira, 20 de junho de 2012

TRABALHO DE EDUCAÇÃO FÍSICA CURRICULAR



Professor: Renã Leite Pontes
Tópicos: alongamento, flexibilidade e relaxamento
Escola de Ensino Médio
Série destinada: segunda série do ensino médio.
Data da entrega: até dia ...
OBS.: o trabalho deve ser escrito à tinta
 
Questões

1-Com base em pesquisas realizadas na internet ou na biblioteca da escola, conceitue:
Alongamento.
Flexibilidade.
Relaxamento.

2- É fato que alguns alunos do ensino médio não conseguem tocar as pontas dos pés com os dedos das mãos, sem flexionar (dobrar) os joelhos.  Dado este enunciado, pesquise:
por que isso ocorre?
por que as crianças,  em geral, têm as articulações flexíveis e a larga maioria dos
adultos têm as articulações rígidas?
é possível manter a flexibilidade (articular) infantil durante toda a vida?

3- Descreva e ilustre ao menos 01 (um) exercício de alongamento, para:
os ombros, braços e antebraços.
lateral do tronco.
para pernas e coxas.


TRABALHO 2 DE EDUCAÇÃO FÍSICA CURRICULAR

Professor: Renã Leite Pontes
Tópicos: pesquisa a respeito da ração humana
Escola de Ensino Médio...
Série destinada:  ensino médio
OBS.: o trabalho deve ser escrito a tinta
 
Questões

1-Com base em pesquisas realizadas na internet ou no comércio local, defina: origem, categoria do alimento (proteína, vitamina ou sal mineral), particularidades, valor de mercado (preço) e principais funções, no organismo humano, da:

1- Aveia em flocos
2- Linhaça marrom
3- Gérmem de trigo
4- Açúcar mascavo
5- Gergelim com casca
6- Fibra de trigo
7- Gelatina
8- Cacau em pó
9- Levedo de cerveja
10- Guaraná em pó
11- Leite de soja em pó
12- Amendoim
13- Castanha do Acre
14- Farinha de banana verde
15 - Farinha do feijão branco
16- Farinha de berinjela
17- Quinua


PARA FINALIZAR, VAMOS BRINCAR  DE ENRIQUECER NOSSO VOCABULÁRIO?  VOCE CONHECE O SIGNIFICADO DAS PALAVRAS ABAIXO?

creiom

(è-i). [Do fr. crayon.]
Substantivo masculino.
1.Lápis de grafita.
2.Desenho feito com esse lápis.

bafio

[De bafo1 + -io2.]
Substantivo masculino.
1.Cheiro característico da umidade e ausência de renovação do ar; mofo, relento, bolor:
“Vai remexer no que estava sepultado há dois mil anos, no bolor e no bafio, nas paredes compactas da Sé, nos santos imóveis nos seus nichos, na inutilidade e no hábito.” (Raul Brandão, Húmus, p. 57.)

estoico

estóicoacent_deioi1
[Do gr. stoikós, pelo lat. stoicu.]
Substantivo masculino.
1.Partidário do estoicismo (1).
2.Indivíduo estoico.
Adjetivo.
3.Relativo ao estoicismo.
4.Austero, rígido.
5.Impassível ante a dor e a adversidade.

Obs.: Grafia atual: estoico
Grafia anterior: estóico

REGRA - Não se deve acentuar os ditongos abertos EI e OI em palavras paroxítonas.
Indica as palavras que sofreram alterações segundo o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa (ABL - 2009).

periclitante

[Do lat. periclitante.]
Adjetivo de dois gêneros.
1.Que periclita, que corre perigo:
situação periclitante;
saúde periclitante.

excerto

[Do lat. excerptu.]
Substantivo masculino.
1.Trecho, fragmento; extrato:
De pensadores clássicos apenas conhece alguns excertos.

epítome

[Do gr. epitomé, pelo lat. epitome.]
Substantivo masculino.
1.Resumo de obra sobre certo ramo do conhecimento (história, geografia, filosofia, etc.), destinada especialmente ao uso escolar, e que se limita aos pontos mais importantes; compêndio.
2.Resumo, abreviação, compêndio, sinopse, síntese:
“Era [D. Pedro II], para a civilização tão distraída por infinitos assuntos mais urgentes e mais sérios, um índice abreviado onde ela aprendia de um lance os aspectos capitais de nossa vida: o epítome vivo do Brasil.” (Euclides da Cunha, Contrastes e Confrontos, p. 166.) [Cf. epitome, do v. epitomar.]

píceo

[Do lat. piceu.]
Adjetivo.
1.Da natureza do, ou semelhante ao pez.
2.Que produz pez.
3.Negro azevichado. [Cf. písceo.]

obliterado

[Part. de obliterar.]
Adjetivo.
1.Em que houve obliteração.
2.Extinto, apagado.
3.Olvidado, esquecido. ~ V. vaso —.

canhestro

(ê). [De canho2, com infl. do suf. de sinistro e destro, poss.]
Adjetivo. Pop.
1.Feito às canhas, às avessas, desajeitadamente:
Seu estilo é imitação canhestra do de Vieira.
2.Desajeitado, desengonçado:
“meras garatujas de aprendizes canhestros da arte de escrever.” (Valdemar Cavalcanti, Jornal Literário, p. 37).
3.Acanhado, retraído:
“Eu frequentava, ainda tímido e canhestro, as rodas literárias da Rua do Ouvidor.” (Vivaldo Coaraci, Todos Contam Sua Vida, p. 213.)

apupar

[T. onom.]
Verbo transitivo direto.
1.Perseguir com apupos; escarnecer.
Verbo intransitivo.
2.Tocar buzina ou apupo para os monteiros se reunirem.


pletora

(ó). [Do gr. plethóre.]
Substantivo feminino.
1.Med. Congestão generalizada; aumento do volume sanguíneo, que provoca distensão anormal dos vasos sanguíneos.
2.Fig. Indisposição ou mal-estar de quem tem excesso de vida, de atividade.
3.Superabundância qualquer, que produz efeito nocivo.
4.Fig. Superabundância, exuberância:
“A poesia de Stecchetti é simples e musical, .... e certos acentos seus, de suavidade enternecida, contrastantes com a pletora léxica e os arroubos peninsulares do seu contemporâneo Carducci, pagão e bárbaro mal diluído no cristianismo, lhe garantiram longa popularidade e numerosas reedições.” (Martins Napoleão, Pequena Antologia de Poemas Alheios, p. 49.).

Se você conhecia mais de quatro verbetes destes, meus parabéns.

sábado, 16 de junho de 2012

LEI No 10.793 - DE 1º DE DEZEMBRO DE 2003 - DOU DE 2/12/2003


Estamos disponibilizando para os alunos, "modelo de declaração para justificativa de nota" (acima). É só imprimir, preencher corretamente com os seus dados e levar paro o professor assinar... e carimbar.
Disponibilizamos ainda o link (abaixo) da Lei Federal que disciplina a dispensa das aulas de Educação física, mediante documento comprobatório:

http://www81.dataprev.gov.br/sislex/paginas/42/2003/10793.htm

domingo, 20 de maio de 2012

Estudo com whey protein em ratos



Por que as pesquisa de importantes universidades brasileira s estão em inglês? Advinha? Simples. A pesquisa deve ter financiamento dos gringos.


Nota do blog -  mas nada contra os pesquisadores, e sim contra a política antinacionalista, antieducativa e pachorrenta dos poderes brasileiros.

Departamento de Planejamento Alimentar e Nutrição, Faculdade de Engenharia de Alimentos, Universidade Estadual de Campinas,  Campinas, SP, Brasil
Laboratório Balanço Hidro-Salino, Núcleo de Medicina e Cirurgia Experimental, Disciplina de Medicina Interna, Departamento de Clínica Médica,  Faculdade de Ciências Médicas, Universidade Estadual de Campinas,

Campinas, SP, Brasil
BHryadzriloialynz eJodu prnroatl eoinf Mafefedcictsa Bl aPn adn Bdi osolodgiuicmal eRxecsreeatriochn i(n2 0S0H5R) 38: 1817-1824

ISSN 0100-879X
Effect of intraperitoneally administered hydrolyzed whey protein on blood  pressure and renal sodium handling  in awake spontaneously hypertensive rats

Abstract
The present study evaluated the acute effect of the intraperitoneal (ip) administration of a whey protein hydrolysate (WPH) on systolic arterial blood pressure (SBP) and renal sodium handling by conscious spontaneously hypertensive rats (SHR). The ip administration of WPH in a volume of 1 ml dose-dependently lowered the SBP in SHR

2 h after administration at doses of 0.5 g/kg (0.15 M NaCl: 188.5 ± 9.3 mmHg vs WPH: 176.6 ± 4.9 mmHg, N = 8, P = 0.001) and 1.0 g/kg (0.15 M NaCl: 188.5 ± 9.3 mmHg vs WPH: 163.8 ± 5.9 mmHg, N = 8, P = 0.0018). Creatinine clearance decreased significantly (P = 0.0084) in the WPH-treated group (326 ± 67 ìL min-1 100 g body weight-1) compared to 0.15 M NaCl-treated (890 ± 26 ìL min-1 100 g body weight-1) and captopril-treated (903 ± 72 ìL min-1 100 g body  weight-1) rats. The ip administration of 1.0 g WPH/kg also decreased  fractional sodium excretion to 0.021 ± 0.019% compared to 0.126 ± 0.041 and 0.66 ± 0.015% in 0.15 M NaCl and captopril-treated rats, respectively (P = 0.033). Similarly, the fractional potassium excretion
in WPH-treated rats (0.25 ± 0.05%) was significantly lower (P = 0.0063) than in control (0.91 ± 0.15%) and captopril-treated rats (1.24 ± 0.30%), respectively. The present study shows a decreased SBP in SHR after the administration of WPH associated with a rise in tubule sodium reabsorption despite an angiotensin I-converting enzyme (ACE)-inhibiting in vitro activity (IC50 = 0.68 mg/mL). The present findings suggest a pathway involving ACE inhibition but measurementsof plasma ACE activity and angiotensin II levels are needed to support this suggestion.

Introduction
Peptides derived from food proteins can regulate physiological functions in the igestive, neural and cardiovascular systems(1-3). A functional food can be defined as a dietary ingredient that affects its host in a targeted manner so as to exert positive effects that may eventually justify certain health claims. The term functional food encompasses  a very broad range of products from foods generated around a particular functional ingredient (e.g., stanol-enriched margarine) to staple, everyday foods enriched with a nutrient not usually present to any great extent (e.g., folic acid enriched bread or breakfast cereals). Peptides derived from  soybean and pork proteins can suppress the increase in serum cholesterol after a meal (4,5), while those derived from casein hydrolysates treated with pepsin promote calcium absorption and are used as functional foods, i.e., they contain ingredients that have health-promoting properties that extend beyond their immediate nutritional value. Peptides with hypotensive activity have been identified in hydrolysates of gelatin, casein, maize endosperm protein, and fish muscle (6-9), and are believed to be useful as functional dietary ingredients for hypertensive patients. This activity is attributable mainly to the inhibition of angiotensin-I-converting enzyme (ACE), which plays a prominent role in the regulation of arterial blood pressure by converting the inactive decapeptide angiotensin I to a strong vasoconstrictor octapeptide, angiotensin II, while at the same time inactivating the vasodilator and natriuretic nonapeptide, bradykinin (10,11).Milk proteins are precursors of peptides  with various biological activities, including opioid activity and immunomodulatory and  antihypertensive actions (12). The antihypertensive effect of these peptides has also been related to the inhibition of ACE (13), and has been studied in spontaneously hypertensive rats (SHR) and humans (14,15). These biologically active peptides are released from milk proteins by enzymatic hydrolysis during gastrointestinal digestion, milk fermentation (16) or hydrolysis in vitro. The most common way to produce bioactive peptides is to release them by limited hydrolysis using pancreatic enzymes, mainly trypsin. However, other enzymes and combinations of proteases have been used to generate bioactive peptides. Several studies have used alcalase to obtain antihypertensive hydrolysates from many protein sources (17-19). This enzyme is an industrial alkaline protease that is very stable in organic solvents and serves as a catalyst for the resolution of N-protected amino acids in aqueous solution and organic solvents, and is used to prepare optically pure peptides.

For many years, dietary interventions as a non-pharmacological approach for treating hypertension have focused on the intake of electrolytes. However, according to Martin (20), manipulation of the dietary protein  content could also be useful in the nonpharmacological treatment of hypertension. However, to the best of our knowledge, no study has investigated the hypotensive and renal effects of protein hydrolysates. In the present study, the in vitro ACE-inhibiting activity of a whey protein hydrolysate (WPH) and its effect on blood pressure, renal function and renal handling of sodium were investigated in conscious SHR.
E.L. Costa
1, A.R. Almeida2,
F.M. Netto
1
and J.A.R. Gontijo2

Correspondence
J.A.R. Gontijo,  Departamento de Clínica Médica, FCM, UNICAMP, Caixa Postal 6111, 13083-970 Campinas, SP - Brasil
Fax: +55-19-3788-8925 - E-mail: gontijo@fcm.unicamp.br
Research supported by CNPq (No.500868/91-3), PRONEX (No. 0134/97), CAPES, and FAPESP (No. 00/12216-8). Received January 30, 2004 Accepted August 11, 2005